Título original: Forgotten
Autor: Cat Patrick
Editora: Intrínseca
Número de páginas: 256
London Lane mora com a mãe e é aparentemente normal; vai à escola, tem uma melhor amiga e até um namorado. Só que de normal ela só tem isso. London esquece tudo o que viveu no dia transcorrido e só consegue lembrar do que aconteceu através de bilhetes que ela faz para si mesma antes de dormir. Nestes bilhetes ela anota tudo considerável importante para que nos dias seguintes não cometa nenhum erro. As únicas pessoas que sabem de sua “deficiência” são sua mãe, e sua melhor amiga, Jamie.
Como se já não fosse ruim o suficiente não conseguir guardar os momentos de sua vida intactos na memória, London ainda convive com o mesmo pesadelo a perseguindo todas as noites; um enterro que ela não consegue de jeito nenhum distinguir de quem seja, e que pode ainda estar para acontecer.
Durante toda a leitura um pequeno detalhe me chamou atenção: como London lidava com as matérias estudadas na escola, se esquecia de tudo? Em momento algum é dito na narração que ela anotava essas coisas, provavelmente um deslise da autora. Não é um detalhe muito importante, mas ainda assim precisava ressaltá-lo.
O livro é narrado em primeiro pessoa, possui uma leitura agradável com momentos fofos e envolventes.
Se você é do tipo que julga livro pela capa, esse é um daqueles que te ganham só de olhar. Deslembrança possui uma trama instigante, e é o tipo de livro fofo que te faz terminar com uma sensação boa.
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quarta-feira, 29 de outubro de 2014
segunda-feira, 20 de outubro de 2014
Resenha: A Probabilidade Estatística do Amor Á Primeira Vista
Título original: The Statistical Probability of Love at First Sight
Autor: Jennifer E. Smith
Editora: Galera Record
Número de páginas: 224
Uma história clichê, envolvente e ao mesmo tempo tocante. A probabilidade estatística do amor á primeira vista é o livro perfeito para quem acredita em destino.
Autor: Jennifer E. Smith
Editora: Galera Record
Número de páginas: 224
Já imaginou se quatro minutos fossem capazes de mudar a sua vida?
Sim, é isso o que acontece com Hadley, nossa protagonista de 17 anos que fora obrigada pela mãe a comparecer ao casamento de seu pai em Londres. Ainda inconsolada com o fato de o pai ter partido e destruído sua pequena família, agora Hadley tem que lidar também com o fato de ele estar casando-se novamente. Planejando passar o menor tempo possível diante das festividades do indesejado casório, Hadley agenda sua viagem de modo que chegue em Londres na manhã do evento. Mas o inesperado acontece, e por culpa de meros quatro minutos de atraso perde o avião e só vai poder embarcar horas mais tarde. É nesse meio tempo que ela conhece Oliver, um garoto britânico muito fofo e gentil, que resolve ajudá-la com a bagagem.
Por ironia do destino -ou não-, ela e Oliver acabam sentando-se lado a lado no avião. Pelo fato de Hadley sofrer de claustrofobia, Oliver tenta distrai-lá, onde passam o tempo conversando e relembrando fatos aleatórios de suas vidas, a ponto de Hadley duvidar que eles se conhecem há apenas algumas horas.
Por mais que o foco seja o romance, a relação de Hadley com o pai também recebe bastante destaque. O enredo trás uma leitura leve e agradável, com narração em terceira pessoa que transcorre em 24 horas. Jennifer E. Smith mostra como pouco tempo pode parecer uma eternidade, e como os momentos vividos nesse decorrer podem mudar sua vida, ou a sua forma de pensar.
segunda-feira, 13 de outubro de 2014
Resenha: Escrito nas Estrelas
Título original: The Stars Shine Down
Autor: Sidney Sheldon
Editora: Record
Número de páginas: 414
Lara Cameron vem de uma humilde família de Glace Bay, Nova Escócia. A mãe morreu em seu parto, o que fez com que crescesse sendo desprezada e culpada pelo pai. Já seu pai, era o homem responsável por cobrar o aluguel da pensão onde viviam, o que garantia a ele e a filha uma moradia. Gastava sua vida com bebidas e bordéis até o dia em que adoeceu. Preocupada com a saúde do pai e com o que aconteceria caso ele não mais pudesse trabalhar, Lara resolve assumir seu lugar cobrando os aluguéis. No início não era levada a sério por ninguém, inclusive por seu pai. Esta iniciativa despertou em Lara o interesse pelos negócios, o que impulsionou sua carreira de Incorporadora Mobiliária. Decidida a crescer, Lara se muda com o intuito de construir seu império. O fato de ter nascido em uma cidade pequena e ter escolhido uma área mais acessível para homens, não a impede de se tornar grande. Formou seu império construindo prédios por todo o país, tornando-se uma mulher rica, poderosa e muito bem sucedida. No meio de tudo isso, Lara conhece o magnífico pianista Philip Adler, por quem se apaixona profundamente. Porém Lara acaba se envolvendo com pessoas perigosas que a invejam e desejam o seu fim, por isso precisa lutar para que seu império não venha decair.
Se me pedissem para comparar Lara a uma outra personagem, eu diria Miranda, de "O diabo veste prada". Durante boa parte da leitura cenas do filme passaram em minha cabeça. Ambas desfilam poder, convicção e autoridade. Não é atoa que Lara é chamada de "A borboleta de ferro", apelido que eu particularmente adorei.
Apesar de ser famoso no mundo dos livros, essa é a primeira obra do Sidney que eu leio. A história abrange uma narrativa da qual foge um pouco do que costumo ler, mas posso dizer com convicção que adorei. Além de tudo o leitor é exposto ao mundo dos negócios de uma maneira muito sublime. Sidney tem o dom de aguçar sua curiosidade, a fim de que você queira sempre saber o que vem na próxima página numa história pra lá de envolvente. Ao final você chega a duvidar da protagonista se perguntando "Seria Lara Cameron capaz de fazer isso?"
Autor: Sidney Sheldon
Editora: Record
Número de páginas: 414
Lara Cameron vem de uma humilde família de Glace Bay, Nova Escócia. A mãe morreu em seu parto, o que fez com que crescesse sendo desprezada e culpada pelo pai. Já seu pai, era o homem responsável por cobrar o aluguel da pensão onde viviam, o que garantia a ele e a filha uma moradia. Gastava sua vida com bebidas e bordéis até o dia em que adoeceu. Preocupada com a saúde do pai e com o que aconteceria caso ele não mais pudesse trabalhar, Lara resolve assumir seu lugar cobrando os aluguéis. No início não era levada a sério por ninguém, inclusive por seu pai. Esta iniciativa despertou em Lara o interesse pelos negócios, o que impulsionou sua carreira de Incorporadora Mobiliária. Decidida a crescer, Lara se muda com o intuito de construir seu império. O fato de ter nascido em uma cidade pequena e ter escolhido uma área mais acessível para homens, não a impede de se tornar grande. Formou seu império construindo prédios por todo o país, tornando-se uma mulher rica, poderosa e muito bem sucedida. No meio de tudo isso, Lara conhece o magnífico pianista Philip Adler, por quem se apaixona profundamente. Porém Lara acaba se envolvendo com pessoas perigosas que a invejam e desejam o seu fim, por isso precisa lutar para que seu império não venha decair.
Se me pedissem para comparar Lara a uma outra personagem, eu diria Miranda, de "O diabo veste prada". Durante boa parte da leitura cenas do filme passaram em minha cabeça. Ambas desfilam poder, convicção e autoridade. Não é atoa que Lara é chamada de "A borboleta de ferro", apelido que eu particularmente adorei.
Apesar de ser famoso no mundo dos livros, essa é a primeira obra do Sidney que eu leio. A história abrange uma narrativa da qual foge um pouco do que costumo ler, mas posso dizer com convicção que adorei. Além de tudo o leitor é exposto ao mundo dos negócios de uma maneira muito sublime. Sidney tem o dom de aguçar sua curiosidade, a fim de que você queira sempre saber o que vem na próxima página numa história pra lá de envolvente. Ao final você chega a duvidar da protagonista se perguntando "Seria Lara Cameron capaz de fazer isso?"
segunda-feira, 6 de outubro de 2014
Resenha: O céu está em todo lugar
Título original: The Sky is Everywhere
Autor: Jandy Nelson
Editora: Novo Conceito
Número de páginas: 420
Lennie Walker é uma adolescente de 16 anos que "abandonada" pela mãe mora com a avó, seu esquisito tio Big, e sua irmã Bailey. Apaixonada por livros (principalmente O morro dos ventos uivantes) e por música, Lennie vivia tranquilamente á sombra de sua irmã mais velha, mas vê seu mundo desabar com a inesperada morte de Bailey.
Há quem recorrer quando seu único porto-seguro deixa de existir, e você sequer consegue dizer adeus? Esta — e muitas outras — são questões que passam a se tornar comuns no dia-á-dia de Lennie. Como se já não bastasse ter que lidar com esta situação, Lennie passa a descobrir em si mesma uma explosão de novos sentimentos, onde acaba encontrando-se subitamente em um dilema amoroso: Joey Fontaine, novo integrante de sua escola, fofo e com cílios invejáveis; Perto dele ela não precisa de consolo, porque ele a tira da tristeza.
E Toby, namorado de sua irmã, que deveria ser como um fruto proibido; acaba se tornando seu indescritível consolo, pois juntos conseguem conter a falta que Bailey os faz.
"Eu deveria estar de luto, não me apaixonando..."
Talvez eu nunca encontre palavras exatas para descrever este livro (por isso me sinto meio suspeita ao resenhá-lo). A história é narrada em 1° pessoa, e eu gosto bastante disso, tenho a sensação de que ficamos mais expostos aos sentimentos da personagem principal. Contém páginas amareladas e a fonte é escrita em azul (mais amor impossível!).
O que mais me chama a atenção, é a criatividade (não sei se da autora), de espalhar durante algumas páginas aleatórias ilustrações que representam bilhetes, diálogos ou poemas escritos e deixados por aí (literalmente) pela própria Lennie.
A personagem em si se apresenta durante todo o enredo de forma bem "humana", nos fazendo lembrar que estamos tão expostos a sofrer perdas repentinas e irreparáveis como a dela.
"Como vou sobreviver a essa saudade? Como os outros fazem? As pessoas morrem o tempo todo. Todo dia. Há famílias no mundo olhando para camas em que ninguém mais dorme [...] Não acredito que o tempo cura. Não quero. Se curar, significa que aceitei o mundo sem ela."
É de longe o livro mais tocante que já li, como disse, é difícil por em palavras. É capaz de te levar ás lagrimas e ao riso de uma maneira moderada. Quem possui irmã(ão) com certeza se identificará, pois trata desse sentimento de uma maneira bem intensa e sublime. Eu o recomendaria ao mundo inteiro se pudesse.
Autor: Jandy Nelson
Editora: Novo Conceito
Número de páginas: 420
Lennie Walker é uma adolescente de 16 anos que "abandonada" pela mãe mora com a avó, seu esquisito tio Big, e sua irmã Bailey. Apaixonada por livros (principalmente O morro dos ventos uivantes) e por música, Lennie vivia tranquilamente á sombra de sua irmã mais velha, mas vê seu mundo desabar com a inesperada morte de Bailey.
Há quem recorrer quando seu único porto-seguro deixa de existir, e você sequer consegue dizer adeus? Esta — e muitas outras — são questões que passam a se tornar comuns no dia-á-dia de Lennie. Como se já não bastasse ter que lidar com esta situação, Lennie passa a descobrir em si mesma uma explosão de novos sentimentos, onde acaba encontrando-se subitamente em um dilema amoroso: Joey Fontaine, novo integrante de sua escola, fofo e com cílios invejáveis; Perto dele ela não precisa de consolo, porque ele a tira da tristeza.
E Toby, namorado de sua irmã, que deveria ser como um fruto proibido; acaba se tornando seu indescritível consolo, pois juntos conseguem conter a falta que Bailey os faz.
"Eu deveria estar de luto, não me apaixonando..."
Talvez eu nunca encontre palavras exatas para descrever este livro (por isso me sinto meio suspeita ao resenhá-lo). A história é narrada em 1° pessoa, e eu gosto bastante disso, tenho a sensação de que ficamos mais expostos aos sentimentos da personagem principal. Contém páginas amareladas e a fonte é escrita em azul (mais amor impossível!).
O que mais me chama a atenção, é a criatividade (não sei se da autora), de espalhar durante algumas páginas aleatórias ilustrações que representam bilhetes, diálogos ou poemas escritos e deixados por aí (literalmente) pela própria Lennie.
A personagem em si se apresenta durante todo o enredo de forma bem "humana", nos fazendo lembrar que estamos tão expostos a sofrer perdas repentinas e irreparáveis como a dela.
"Como vou sobreviver a essa saudade? Como os outros fazem? As pessoas morrem o tempo todo. Todo dia. Há famílias no mundo olhando para camas em que ninguém mais dorme [...] Não acredito que o tempo cura. Não quero. Se curar, significa que aceitei o mundo sem ela."
É de longe o livro mais tocante que já li, como disse, é difícil por em palavras. É capaz de te levar ás lagrimas e ao riso de uma maneira moderada. Quem possui irmã(ão) com certeza se identificará, pois trata desse sentimento de uma maneira bem intensa e sublime. Eu o recomendaria ao mundo inteiro se pudesse.
domingo, 28 de setembro de 2014
Resenha: O Guia do Mochileiro das Galáxias
O guia do mochileiro das galáxias é o primeiro
titulo da trilogia de cinco livros, escrita por Douglas Adams. E as
complicações sobre o livro não param por aí. Ele fala sobre as aventuras de
Arthur Dent e Ford Prefect, uma dupla de amigos que escapa por pouco da
destruição do planeta Terra. O livro é uma ficção científica muito bem
humorada. Comédia científica, como eu gosto de nomear. O final da série é um dos mais
impressionantes já lidos por mim. Ela conta com a “continuação”, o sexto livro
da série, chamado "E tem outra coisa",
escrito por Eoin Colfer. O livro foi lançado anos após o último escrito pelo
Douglas Adams, e é considerado por poucos uma continuação. Com personagens cativantes e uma trama capaz
de embaralhar sua mente, a minha dica pra quem quer ler a série Mochileiro das
Galáxias é não parar para tentar entender cada “complicação” que aparece. Basta
se deliciar com as sátiras bem-feitas do mundo real, e viajar nas milhares de
teorias e reviravoltas dos livros. E então, para você que acha crucial entender cada detalhe, leia, releia, e leia de novo, 42 vezes se necessário, tome
uma dinamite pangaláctica para ajudar e lembre-se, não esqueça onde está sua
toalha.
quinta-feira, 25 de setembro de 2014
Resenha: Cidades de Papel
Título original: Paper towns
Autor: John Green
Editora: Intrínseca
Número de páginas: 368
Quentin "Q" Jacobsen é um adolescente residente da cidade de Jefferson Park, Flórida. Cursante do último ano escolar, Q mantém desde sempre uma paixão por sua vizinha, colega de escola e ex amiga, Margo Roth Spiegelman. Separados por um breve acontecimento, nunca mais trocaram palavras, até o dia em que Margo aparece em sua janela do quarto com uma roupa de camuflagem atrás de ajuda, ou melhor, vingança. Depois de uma noite cheia de desafios e acontecimentos, Q imagina que poderá enfim estreitar relacionamento com Margo, mas ela sequer dá as caras no colégio no dia seguinte, nem no outro e nem no outro... Com um considerável número de sumiços e pistas indecifráveis, mais uma vez Margo desaparece, porém, sem previsão de volta. Intrigado com o novo sumiço, Q resolve investigar e acaba descobrindo pistas que Margo deixou especificamente para ele (ou não), partindo assim atrás de "cidades fantasmas", onde acredita encontrá-la.
A procura desesperada de Q por Margo é o que ganha mais destaque no romance. As diversas pistas geram interrogações do começo ao fim. Sou uma grande fã da escrita de John Green, mas posso dizer que achei esse livro um tanto massante, infelizmente. Mas como sempre, é possível retirar muitas lições da trama. O livro é narrado em primeira pessoa pelo protagonista Quentin, os personagens secundários são incríveis, principalmente Ben e Radar, amigos de Q.
Cidades de papel ganhará uma adaptação que chegará aos cinemas em 2015 nos Estados Unidos (sem previsão no Brasil), estrelado por Cara Delevingne como Margo Roth Spiegelman, e Nat Wolff como Quentin Jacobsen.
Autor: John Green
Editora: Intrínseca
Número de páginas: 368
Quentin "Q" Jacobsen é um adolescente residente da cidade de Jefferson Park, Flórida. Cursante do último ano escolar, Q mantém desde sempre uma paixão por sua vizinha, colega de escola e ex amiga, Margo Roth Spiegelman. Separados por um breve acontecimento, nunca mais trocaram palavras, até o dia em que Margo aparece em sua janela do quarto com uma roupa de camuflagem atrás de ajuda, ou melhor, vingança. Depois de uma noite cheia de desafios e acontecimentos, Q imagina que poderá enfim estreitar relacionamento com Margo, mas ela sequer dá as caras no colégio no dia seguinte, nem no outro e nem no outro... Com um considerável número de sumiços e pistas indecifráveis, mais uma vez Margo desaparece, porém, sem previsão de volta. Intrigado com o novo sumiço, Q resolve investigar e acaba descobrindo pistas que Margo deixou especificamente para ele (ou não), partindo assim atrás de "cidades fantasmas", onde acredita encontrá-la.
A procura desesperada de Q por Margo é o que ganha mais destaque no romance. As diversas pistas geram interrogações do começo ao fim. Sou uma grande fã da escrita de John Green, mas posso dizer que achei esse livro um tanto massante, infelizmente. Mas como sempre, é possível retirar muitas lições da trama. O livro é narrado em primeira pessoa pelo protagonista Quentin, os personagens secundários são incríveis, principalmente Ben e Radar, amigos de Q.
Cidades de papel ganhará uma adaptação que chegará aos cinemas em 2015 nos Estados Unidos (sem previsão no Brasil), estrelado por Cara Delevingne como Margo Roth Spiegelman, e Nat Wolff como Quentin Jacobsen.
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